sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Dia de paaaaalco!









É isso ae galerinha, que emoção, depois de tanto tempo sem me apresentar finalmente o espetáculo que participarei acontecerá na semana que vem, no sábado, dia 16!

 A peça que iremos apresentar será : "Hermanoteu na  Terra de Godah", é  uma peça bem conhecida! Nós seguiremos  a parte básica do tempo, tais como a linha do tempo, os personagens e algumas piadas.  Na parte que se refere ao texto narrado pelos personagens,  nós fizemos diversas adaptações que o deixaram ainda mais interessante!


Aqui segue uma sinopse bem básica da peça:

 A peça conta a historia de Hermanoteu, um hebreu típico, obediente e bom pastor, e se passa no Antigo Testamento da Bíblia, um hebreu da Pentescopéia, que recebe uma missão de Jeová, para libertar a Terra de Godah. Na sua viagem várias coisas inusitadas acontecem, interligando inúmeros elementos e personagens de diferentes tempos e lugares da História.
Em todas as coisas há sempre um resultado cômico, com vários momentos de improviso, saindo assim de um roteiro linear, o que acaba gerando muito mais surpresa no público, fazendo com que um espetáculo seja sempre diferente do outro, sendo que o grupo sempre tenciona utilizar assuntos relacionados ao lugar onde eles estão apresentando a peça.


Vem assistir com a gente que será só sucesso e alegria!

Link do evento:  
 https://www.facebook.com/events/427481514335380/notif_t=plan_user_associated&notif_id=1512740774560923

Logo após o evento, eu volto com fotos e muito mais informação de como foi! <3

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Apoio Para Celular



Olá meus amores, adivinhem quem está de férias da faculdade? Nossa, isso mesmo, como vocês são inteligentes, euzinha mesma que estou!
Começou na sexta-feira passada e nesta semana já estou fazendo uma oficina fantástica no SESC,  o que significa que ainda ando ocupadíssima, mas isto também é sinal de que semana que vem tenho novidades incríveis para vocês!

Para não os deixar mais esta semana sem nenhuma informação/novidade minha, vim lhes contar sobre as férias e lhes mostrar esse apoio para celular fofinho que eu pintei à algum tempo! Eles são de MDF, comprei naquelas lojas de 1,99, paguei 1 real em cada, minha felicidade, comprar procutos baratinhos para pintar!

Para a decoração, dei uma pintadinha de rosa e colei esses brilhinhos, nos quais também paguei 1 real na mesma loja, ficaram tão fofinhos não é mesmo? Fiz Também dois com decorações masculinas, que claro, ficaram super lindinhos!


Por hoje é isso, mas fiquem ligadinhos que pra próximas semanas tenho muita coisa gostosa para lhes contar, e como estou de férias terei um pouquinho mais de tempo de elaborar umas matérias bem interessantes para o blog! <3

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Caixinha dos EUA




Oi queridos como vocês estão?  Eu vou naquela correria de quem está em semana de provas na faculdade, o que me deixa com um tempo muito escasso para elaborar postagens aqui e muitíssimo menos para ir a lugares que me forneçam conteúdo para as publicações!
Mas para que meu blog não fique com cara de abandonado, e muito menos para que vocês pensem que de fato eu o abandonei, vim contar o quanto a vida anda corrida e mostrar essa caixinha fofa dos EUA que eu pintei!

Lhes prometo que as próximas postagens terão bem mais conteúdo! <3



terça-feira, 31 de outubro de 2017

Baú do Infinito!



Olá queridinhos, como vão vocês?

Essa semana, por ser mais curta,  vou postar somente as fotos desta ultima belezinha que pintei!
Tentei fazer algo que parecesse com a galáxia, não ficou bem do jeito que queria inicialmente mas ficou bom! Gostei do resultado final e você?

É uma caixa reformada, as fotos de como ela era antes eu não tenho, acabei apagando sem querer o álbum da câmera do meu celular, doeu no peito quando percebi o que tinha feito.

O processo criativo foi bem simples: Pintei o fundo de preto, e fui com papel higiênico batendo as outras cores por cima, uma de cada vez e depois corrigindo alguns exageros e faltas no final. Poderia também ter usado uma buchinha para bater as outras cores por cima,  mas o papel solta alguns pedacinhos que se misturam com a tinta, o que deu uma textura bem legal para a caixa!


Terminada essa parte, espirrei, com o pincel mesmo, um pouco de tinta branca por cima de tudo e pintei algumas estrelinhas bem simples, dando a finalização especial que eu queria!

Eu realmente gostei do resultado! <3






sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Oficina: Experimento com Câmeras Artesnais


A atividade propõe a construção do equipamento fotográfico, pinhole, que será utilizado para experimentações de técnicas como a dupla exposição e a alta luminosidade, presentes no trabalho de German Lorca.


Com Ana Eliza Mendoza.







Oláaaa queridos leitores, que saudade de vocês! Esse mês foi repleto de coisas que não me deixaram tempo suficiente para fazer postagens por aqui, nem as oficinas legais consegui fazer neste mês! Me sinto triste, mas logo estarei de férias da faculdade, ai terei tempo, pelo menos creio que terei tempo, de postar coisas bem legais aqui!

Essa oficina foi super legal e diferente! Nós aprendemos a construir uma câmera artesanal, além de ser super criativa e bonitinha também é barata! A única coisa ruim da oficina é que teríamos que esperar que o SESC revelasse as fotos, euzinha não tive tempo ainda de ir buscá-las, espero que quando conseguir tempo para isso, elas ainda estejam por lá!

Bom, na oficina nós recebemos um manual que nos mostrava como construir uma câmera Pinhole, e é este manual que irei transcrever para vocês na postagem de hoje, espero que aproveitem esse conteúdo maravilhoso!


PINHOLE - CÂMERA FOTOGRÁFICA ARTESANAL



Materiais Utilizados:


Ø  Colas Bastão; Lápis; Tesoura; Estilete; Régua
Ø  Molde ou Caixa de Fósforo ( em papel cartão, com 5 cm de comprimento)
Ø  Papel Cartão Preto
Ø  Lixa de Unha Agulha; Papel Alumínio 10cm
Ø  Filme Fotográfico novo; Rolinho de Filme Fotográfico usado
Ø  Filme usado, para prolongar o rolinho usado se necessário
Ø  Caixinhas de Fósforo vazias para tripé
Ø  Fita Isolante
Ø  Prendedor de Roupa
Ø  Caneta Preta


Passo a Passo:


Usando Caixas de Fósforo:

·        Na parte de dentro da caixa de fósforos fazer uma moldura com régua de cerca de 0,7 cm na vertical e na horizontal e cortar com estilete.

·        Na parte de fora da caixa de fósforos fazer um "X" em um dos lados para achar o meio e, no meio, cortar um quadradinho com o estilete com cerca de 0,5cm X 0,5cm. Não não precisa ser muito preciso nem muito reto, o mais importante nesta etapa é NÃO DEIXAR NENHUMA REBARBA (usar a lixa)

·        Pintar as 2 partes de dentro da caixa de fósforo de preto, seja com tinta guache ou com canetinha. É importante não deixar nenhum pedacinho sem pintar.



Usando os moldes:

Desenhar os moldes no papel de cartão preto usando as seguintes medidas:






·        Cortar os dois moldes

·        No molde de dentro (A): Fazer uma moldura com régua de cerca de 0,6 cm na vertical e na horizontal e cortar com estilete. Dobrar nas linhas contínuas e colar para formar a caixinha.

·        No molde de fora (B): fazer um "X" em um dos lados para achar o meio e no meio cortar um quadrinho com o estilete com cerca de 0,5 cm ( não precisa ser muito preciso nem muito reto, o mais importante nesta etapa é NÃO DEIXAR NENHUMA REBARBA. Para isso, usar o estilete, tesoura e lixa de unha.)

·        Fazer um quadrinho um pouco maior do que o quadrinho furado, usando o papel alumínio. Apoiar este quadrinho de papel alumínio num outro papel e fazer um furo com agulha fina. apoiar a agulha e girar. (você verá no papel de apoio se o furo foi feito). Cuidado para não exagerar no furo ou nas voltas (uma só), pois o furo tem que ser pequeno.

·        Colar com fita isolante este quadrinho de pape alumínio por cima do quadrinho furado na caixinha, com o furo da agulha bem centralizado. Importante centralizar bem para que o furo não fique obstruído.

·        Montar a parte de fora da caixa, dobrando nas linhas contínuas e cortando as linhas pontilhadas.

·        Passar fita isolante na parte de fora da caixa de fósforos inteira

·        Fazer uma moldura em papel preto para o furinho (aproximadamente 3x3) e colar  com fita isolante nas laterais ( em embaixo, se quiser) exceto na parte de cima. Este será o apoio para fechar e abrir o obturador

·        Fazer uma tira com o mesmo papel de aproximadamente 5x2cm, que será o que irá abrir e fechar o obturador apoiado na moldura.

·        Pegar o rolinho (filme) usado, identificá-lo como "usado", prolongá-lo  caso necessário com outro filme e fita isolante.

·        Posicioná-lo na lateral  esquerda ( com o pino para cima) da "gavetinha" da caixa de fósforos, passando o filme por de trás do buraco grande.

·        Fechar a caixa de fósforo, passando o filme por dentro dela. Pegar o filme novo e jantar com este velho com fica isolante. Note que o filme  novo ficará de ponta cabeça em relação ao velho ( lado direito com o pino para baixo). A entrada e saída dos filmes no roles devem ficar "orgânicos" em relação à caixinha, e não "torcidos".

·        Girar o filme velho para ficar bem justinho com a caixa de fósforo: um rolinho de cada lado da caixa e passar fita isolante entre cada rolinho e a caixa de fósforo para vedar bem e não entrar luz. * Etapa Fundamental)

·        Desfazer um pregador de roupas de madeira e colocá-lo com a ponta mais fina na parte saliente  do filme velho. Isso será necessário para girar o filme a cada foto tirada. Pintar um dos lados do prendedor para marcar um volta completa.

·        Neste ponto já lembrar de GIRAR O FILME A CAA FOTO TIRADA.


PINHOLE PRONTA!



·        Girar 2 ou 3 voltas completas, pois como manipulamos o filme as primeiras poses estarão queimadas pela luz.
·        Passar fita isolante em uma caixinha de fósforo vazia e colar embaixo da pinhole (tripé)
·        A câmera sempre tem que estar apoiada, para que as fotos não fiquem tremidas.


TEMPO DE EXPOSIÇÃO: que é o tempo que você mantém o obturador exposto ao sol.

Com sol - 1 segundo
Sol com nuvens - 1 à 2 segundos
Tempo Nublado - 2 à 3 segundos
Sombra - 3 à 4 segundos
Lugares Fechados com Luz Natural - 4 à 5 Segundos



Até a próxima queridos! <3            


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Oficina: Máquina de Rube Goldeberg com Arduino


Uma bolinha deve chegar ao seu destino - cabe aos participantes criar o caminho para isso, por meio da montagem coletiva de uma máquina de Rube Goldberg, geringonça feita com materiais como parafusos, elásticos, pregadores de roupa e sucata, conectados pelo  sistema Arduíno.
Com Nathan Rabionovitch         





 O que é uma Máquina de Rube Goldenberg?

Uma máquina de Rube Goldberg é uma máquina que executa uma tarefa simples de uma maneira extremamente complicada, geralmente utilizando uma reação em cadeia, que é o que nós fizemos na oficina. 
Não sei se vocês já assistiram Rá Tim Bum, mas a abertura deste desenho é uma máquina de Rube Goldenberg, legal não é mesmo? A nossa não é tão aprimorada e bonita quanto aquela, mas nós já temos um começo!



O que é o  Arduino?

É uma placa composta por um microcontrolador Atmel, circuitos de entrada/saída e que pode ser facilmente conectada à um computador e programada via IDE (Integrated Development Environment, ou Ambiente de Desenvolvimento Integrado) utilizando uma linguagem baseada em C/C++, sem a necessidade de equipamentos extras além de um cabo USB.
Depois de programado, o microcontrolador Arduino pode ser usado de forma independente, ou seja, você pode colocá-lo para controlar um robô, uma lixeira, um ventilador, as luzes da sua casa, a temperatura do ar condicionado, pode utilizá-lo como um aparelho de medição ou qualquer outro projeto que vier à cabeça, como por exemplo ativar a nossa máquina de Rube Goldeberg.

Falando agora um pouco sobre a oficina:
Quando  cheguei na oficina me senti um pouco perdida, todos os participantes tinham cara de inteligente e eu lá, sendo só eu mesma. No início, quando o oficineiro disse que cada um construiria uma parte da máquina em particular quase gelei, pensei " nossa será que vou mesmo conseguir fazer isso? Nem deveria ter vindo para não passar essa vergonha."
Logo após de ter feito algumas análises do material que tínhamos disponível e também de ter pegado algumas dicas que o oficineiro nos passou, iniciei a construção de minha parte, percebi que não seria tão difícil quando estava achando que fosse, então fiquei mais tranquilha e fui produzindo. Foi divertido participar dessa oficina tão diferente das que estou acostumada, perceber conseguiria fazer a montagem e que  no final tudo acabou dando super certo  foi bem gratificante, até consegui fazer com que minha parte ficasse melhor do que de algumas outras pessoas! No vídeo, a minha parte é a primeira que aparece, caso queiram comparar com alguma outra!
Gostaram da nossa máquina, pois eu adorei! Se eu pudesse faria mais um três oficinais dessa! <3

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Nervosinho - Tinta Acrílica e Aquarela





Hoje eu só vim para lhes mostrar essa gracinha que pintei a algum tempo, estava tudo tão corrido que acabei me esquecendo de tirar foto para  postar aqui queridinhos!

A técnica é basicamente a mesma de sempre, aquela que eu adoro.
O fundo bem solto pintado com tinta Aquarela e os detalhes na frente, mais precisos, pintados com tinta Acrílica, dando esse efeito descolado  e detalhado ao mesmo tempo!

Eu simplesmente estou apaixonada por ele, adorei te-lo feito, se pudesse pintaria mais uns 10 tigres com muita felicidades!


Técnica: Acrílico e Aquarela
Dimensão: 50x70
Tela: Painel


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Oficina: Direção e Dramaturgia & Espetáculo Projeto Preto: Abertura de Processo


"Processos criativos de escrita múltiplas para a cena, a partir do repertório autoral do dramaturgo e diretor Márcio Abreu e da obra desenvolvida junto à Companhia Brasileira de Teatro."

Lá está Márcio Abreu, sentado, observando a pessoa que está a lhe fazer uma pergunta, pensa ele nas  variáveis de sua resposta, a quais são infinitas.( risos risos)

Quis começar o texto de maneira diferente hoje, porque sim. Mas, mesmo assim, não deixarei de lhes dar um bom dia/tarde/noite bem aconchegante e perguntar como vão os meus queridos leitores?

Sim, sou uma pessoa de sorte por ter podido participar de uma oficina com o diretor  Márcio Abreu e de ter podido também ver o belíssimo ensaio do "Projeto Preto", com nossa querida Renata Sorrah, a famosa e cruel Nazaré da novela Senhora do Destino.

Vou falar primeiramente da Oficina de Direção e Dramaturgia (a foto se refere a ela). Foi uma oficina bem legal, que acentuou bastante o trabalho em grupo que os atores devem ter. Uma peça, mesmo que um monólogo, não é feita sozinha, você precisa do outro. Imagina agora uma peça em que atuam 30 atores? Como não precisar intensamente da ajuda do outro?
Eu já participei de algumas peças, sei o quanto é importante a ligação com os outros atores e o quando fica difícil atuar quando esta ligação não existe. Uma conexão mental e até física entre os atores torna o trabalho muito mais bonito e gostoso de fazer.

Fizemos um exercício em que deveríamos calcular a média de tempo que em que as pessoas do grupo faziam seus passos e continuar. Existiam três etapas: Deveria ter uma sempre alguém levantando, alguém pelo meio do caminho e alguém subindo no palco. Fomos divididos em três grupos. Sempre que um grupo terminava, como todos os seus participantes no palco, o próximo grupo deveria já estar começando a próxima ação. O grupo que estava completo em cima do palco, deveria sair como se fosse um único organismo, mas sem se tocarem. O exercício foi se repetindo algumas vezes. No final todos os participantes da oficina deveriam estar em cima do palco, formando um organismo único que sairia do teatro do SESC e chegaria até a rua tentando ocupar o menos espaço possível.


Márcio também falou bastante do seu método de criação. Uma coisa que foi bastante questionada foi o fato de que ele disse que não usava de intenções quando criava uma peça. Disse que essa não é uma boa maneira. Para exemplificar e ficar mais fácil, pelo que entendi ele tem apenas ideias, não intenções, ele faz um drama, mas não tem a intenção de que as pessoas chorem assistindo este drama, mas isto é um fato que ocasionalmente vai acontecer ou não. Cada público um público. É um tanto mais complexo ainda do que parece, não sei se tenho uma maneira melhor de lhes explicar isso.Você não pode fazer uma peça ou subir no palco com a intenção de trazer determinada emoção ao público, é como fazer uma piada forçada para que as pessoas riam, isso não é legal. Você tem que trazer o seu conteúdo de forma sútil, e deixar com que a racionalização das pessoas perceba o que está sendo passado e ajam da maneira que seu consciente achar melhor. Dar informações picadas para o público não é bom, você tem que fazer com que eles usem da imaginação também, isso torna as coisas mais interessantes e profundas. 

Agora vamos falar um pouquinho da peça.

"A companhia Brasileira de Teatro desdobra inquietações a partir de pensadores abolicionistas btasileiros do século 19  e do livro " A Crítica da
Razão Negra", de Achille Mbembe. Apresentação de esboços de cenas em fase de experimentação e trechos de textos elaborados nessa etapa de criação."

Na verdade não foi bem uma peça, apenas um ensaio do que ainda estão montando. Mesmo assim foi bastante intenso, deu para ter uma boa ideia do que pretendem fazer e o quão bom e interessante será.
Eu não tenho foto, foi nos pedido para que não fizesse. Eu também não tenho muito o que lhes contar, perderia toda a graça quando forem assistir.
Só vou lhes dizer que será uma boa peça, e que vai falar bastante sobre negros, principalmente mulheres negras. Peço também para que se forem assistir, irem preparados, será bem intensa. 




quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Oficina - Arte com Estêncil



(imagem de minha criações na oficina)


Criação artística com a técnica usada por grafiteiros e artistas para aplicar e reproduzir uma imagem em suportes diversos, através do uso do spray e moldes perfurados - Com Rodrigo Motta.



Olá, como vão queridos leitores?


Hoje, novamente, mais uma vez, falarei de uma oficina da qual participei no SESC, já que ele é um dos melhores lugares que existem nessa Araraquara!


A oficina falou sobre o uso de Spray com Estêncil, foi a primeira vez na vida que usei spray, então me deem um desconto por meus desenhos não terem saído tão bons!

A parte mais interessante da oficina para mim foi a de como se cria máscaras para se usar na grafitagem. É interessante ver a decomposição do desenho em diversos estêncils diferentes e como fica interessante depois que a gente coloca tudo junto. Os meus desenhos finais acabaram ficando diferente do esboço a lápis que fiz. 


Toda vez que você desejar trocar a cor de alguma parte específica do seu desenho terá que fazer uma outra máscara. Isso acontece porque o alcance do spray é grande, e não pode ser tão bem controlado com um pincel, creio eu, por isso se deve tomar cuidado para não manchar a obra tentando fazer algo mais rápido e prático.


Bom, agora vou tentar dar uma explicadinha de como acontece o processo de criação do grafite, lhes mostrando algumas coisas que aprendi na oficina:



Tirando os sprays e os papéis, esses aqui foram os materiais utilizados na oficina:
Lápis, caneta, borracha, essa tabuinha que não corta e o estilete.




Esta ai é a imagem inteira e inicial que criei para poder grafitar. Eu peguei uma caveira que achei interessante na internet e dei umas adaptadas (as partes mais escuras são os cortes que eu já tinha começado a fazer), até aqui nada de novo.



Essas são as máscaras que  criei a partir do desenho inicial. Como queria que meu desenho tivesse três cores diferentes: uma para a cabeça, uma para o lenço e outras paras as linhas de detalhes, que foi o que  me levou a fazer essas três máscaras diferentes, uma para cada cor que usei. 
A primeira máscara é a do rosto, onde eu recortei apenas o contorno dele, deixando o buraco onde seria o rosto e também seria o lugar onde o spray pegaria, para ficar mais fácil de vocês entenderem.
A segunda máscara é do lenço na cabeça da caveira, fiz a mesma coisa que na máscara anterior, recortando agora apenas o contorno do lenço.  
A terceira máscara é dos contornos e detalhes do desenho, os quais fiz todos pretos, pois não tinha muito mais tempo para permanecer na oficina. 


Para facilitar na compreensão,  escrevei um passo-a-passo bem básico das etapas de criação do grafitte.


- Primeiro você escolhe/cria um desenho inteiro e passa para o papel, ou outro tipo de material grosso que você consiga cortar com estilete. (o papel tem que ser grosso porque você precisa que a máscara fique estável depois de recortada, fique em pé, sem cair para trás ou para frente)

- A seguir você pega o estilete e faz todos os cortes na máscara: Você faz cortes grossos no desenho, mostrando todas as linhas e detalhes que desenha que apareçam em seu desenho. Lembre-se sempre de deixar pontes entre alguns cortes, pois pode ocorrer de seu recorte cair da máscara, acontece quando você corta toda a volta do desenho. (na imagem a cima, essa seria o desenho da terceira máscara)

- Após isso, você escolhe os detalhes que deseja que sejam diferentes em seu desenho. No meu caso eu queria que o rosto e o lenço fossem de cores diferentes, então fiz o recorte do contorno do rosto e do contorno do lenço.

- Em seguida, você pega (claro que se for uma parede você não pega, simplesmente vai até ela) a superfície que deseja pintar e organiza a sequência que ira utilizar nas máscaras. Eu aconselho sempre começar das coisas que estão no fundo para as que estão na frente. Exemplo: eu comecei pintando o contorno do rosto da minha caveira, depois coloquei o contorno do lenço. Fiz isso por que na vida real, a gente coloca o lenço por cima da cabeça não é mesmo? isso significa que o lenço sobrepõe o rosto, concluindo então que ele está mais a frente. Para finalizar eu coloquei a máscara de contornos, já que quando desenhamos normalmente estes são os últimos que fazemos juntamente com os detalhes, que também foram recortados na terceira máscara. 

- Vualá, temos um grafite terminado (é a primeira imagem dessa postagem)

A parte mais difícil para mim foi ficar cortando todas as máscaras com o estilete, chegou num ponto em que minha mão não parava de doer. Usar o estilete de forma correta para fazer o corte foi bem difícil, não consegui fazer boas linhas, e minhas máscaras acabaram não ficando muito boas, mas para uma primeira vez, até que fui bem! Ah, não posso esquecer que saber especificamente onde fazer o corto no papel é algo difícil. Eu demorei um tempo e tive que pedir algumas ajudas ao oficineiro sobre a maneira que deveria distribuir os cortes no desenho para que ficasse bom e mesmo assim sinto que não consegui fazer isso muito bem.

Creio que estas foram as informações importantes que obtive na oficina e que devo passar para vocês, espero não ter esquecido nada de grande valor e agora, para finalizar a postagem, mais algumas fotinhos que fiz da oficina!


(Fotinho da turma que estava presente)



(fotinho do oficineiro Rodrigo Motta)




(foto do humilhante grafitte que o oficineiro fez e levou para nos mostrar, comparado com o meu este é incrivelmente mais bem feito e bonito)

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Oficina: Técnicas de Pintura em Superfície MDF

( foto do resultado da oficina)


Olá Queridos, mais esta vez venho lhes contar sobre outra oficina maravilhosa que participei no Sesc Araraquara!
A oficina foi sobre pintura nos meus queridinhos "MDFs". Quando eu olhei o folheto do mês de Julho e vi que teria essa oficina fiquei tão feliz, fui logo me inscrever para não perder a vaga, ela ocorreu em dois dias, quais foram 19 e 20 de Julho. No dia 19 pintamos o cofre e no dia 20 pintamos o abajur. 

A técnica utilizada foi totalmente diferente da que estou acostumada a usar. Não precisamos lixar, passar base, não precisamos nem se quer esperar a tinta secar para passar outra cor por cima, não utilizamos tinta na pintura. 

O materiais utilizados foram canetas marcadoras (mais para baixo tem uma foto delas que fiz para lhes mostrar), elas são divinas, apesar de cores muito claras mancharem. O problema maior é que custam muito caro e o tempo de duração delas não parece ser muito, o que para mim não compensa o preço. Como sei usar tinta na pintura de imagens, utilizar esta caneta no MDF não me parece a melhor opção, o custo da produção sai bem mais alto. Para não dizer que não usaria nenhuma, tem as canetas nas cores branco e preto, que eu adoraria  usar para fazer detalhes. A canetas variam em diversos tamanhos, desde bem fininhas até umas super grossas, e suas cores se sobrepõem, dar o acabamento com elas acabaria se tornando mais fácil e preciso em algumas partes.

Vendo o lado bom, há uma grande utilidade dessas canetas em superfície em que a tinta não fixa, como capacetes, chapes, tanques de moto entre diversos outros materiais, além destes serem materiais mais nobres que precisam de mais precisão e cuidado, coisa que as canetas nos trazem um pouco mais, de certa forma.

Ah, o tempo que a gente leva para executar o trabalho com elas também é bem menor do que o que necessitamos ao fazer a pintura com tinta, eu levei menos de três horas para fazer cada peça desde a escolha do desenho, sua passagem para a peça e toda a pintura até o detalhamento.Se estivesse usando tinta, com toda certeza levaria bem mais tempo do que isso para a finalização, devido ao tempo que leva para secar. As canetas secam quase que instantaneamente, o que torna o trabalho mais rápido. Se a produção fosse feita em massa, uma quantidade de pelo menos 5 peças, o uso da caneta já não seria tão mais vantajoso, as peças feitas com tinta teriam tempo para secar entre a pintura de uma e outra.

Bom, como a tinta eu já utilizo a um certo tempo e as canetas eu utilizei apenas uma vez, essa é a opinião que acabei tendo, mas não significa que seja totalmente verdade que a tinta é mais útil que caneta. Estou apenas pensando no custo benefício final da peça. As canetas são super legais para se usar, mas tem um custo bem salgado.






Esta oficina foi ministrada pelo artista Ratónes Art, no Sesc Araraquara.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Eta Que a Festa Estava Boa Por Demais Sô!





(foto de parte do elenco)


Olá meus queridos, sei que já estamos em Agosto, mas só agora que tudo ficou certo para que eu pudesse mostrar os vídeos da festança!
Eu sou aluna do grupo de teatro da Casa da Cultura de Araraquara; durante o período junino as turmas da Casa se juntam e fazem uma festinha onde cada turma faz uma apresentação, seja ela de dança, música, teatro e outros.
 A colaboração do grupo de teatro não podia ser nada menos que apresentar um casamento caipira, graças à Deus eu pude ser a noiva, mas acontece que no final acabei nem casando.
A gente ensaiou para apresentação um certo período, estava tudo muito bonito e divertido nos ensaios, mas claro, sempre tem que acontecer algo para atrapalhar.
No último dia de ensaio, após este ter acontecido, o bendito padre disse que tinha um desfile no dia da apresentação e disse que chegaria em cima da hora; a professora sabendo que não daria tempo deste "ser" chegar não o deixou participar mais do casamento, isto significa que o padre que apresentou com a gente apareceu de supetão sem saber nada do texto.
A não ida do padre anterior que havia ensaiado ocasionou em uma bagunça no palco, a peça já era pequena, ficou ainda menor, não poderíamos deixar de apresentar por causa deste imprevisto né. Acompanhem a apresentação conos vídeos a seguir:





Os vídeos eu roubei no grupo de teatro, não pedi para alguém em especial fazê-los, por isto não estão tão bons. Faltou a última parte onde nós dançamos uma coreografia que nossa professora criou da música Despacito do Luiz Fonsi. O vídeo acabou ficando de ponta cabeça por este motivo resolvi não postá-lo. Quem os filmou, não sei, mas se mandaram no grupo era para que todo mundo os visse não é mesmo?

Espero que não tenham achado uma perca de tempo assisti-los.
Continuem ligadinhos que estou cheia de conteúdos muito legais para postar! <3

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

OFICINA - A Palavra em Ação



Este é Eduardo Moreira  e sua colega de trabalho, que eu, com muito esforço, não consigo lembrar o nome.

A oficina ocorreu no sábado, 29/08. Vou começar dizendo que foi uma oficina mentalmente cansativa, ele passou alguns exercícios super complexos,  onde a gente teria que usar bastante raciocínio, chegou uma hora na oficina que eu simplesmente não conseguia mais acompanhar parte dos exercícios, foi triste, me senti meio lerda.
Esta oficina ocorreu na parte da tarde, na parte da manhã eu já havia participado de uma oficina (vou contar sobre ela para vocês em uma próxima postagem, eu só estou terminando de ajeitar umas coisas) que também lidou com raciocínio, imaginação e coisas mentais, por isso já me encontrava meio cansada, o que dificultou um pouco a execução dos exercícios. 

O início da oficina foi com algumas explicações sobre o espetáculo que seria apresentado na parte da noite, este eu não pude presenciar, pois já havia marcado outra coisa no horário. Eles falaram um pouco de suas vidas também, sobre alguns projetos e o grupo de teatro do qual o Eduardo participa.

O espetáculo que aconteceria a noite se chama Danação, esta é a sinopse que estava escrita no caderno de programação do SESC:  No emprenho de narrar a façanha de uma mãe que engabelou a morte, o homem envereda por descaminhos de um tempo vivido dentro do coração de uma mulher.
Como eu disse anteriormente, não pude ir assisti-lo, então não tenho mais informações do que estas para lhes dar, a única coisa que sei é que não era uma escrita típica de um texto feito para o teatro, não havia separação de falas e de personagens. Eduardo nos disse que a maneira pela qual o texto foi escrito possibilitou inúmeras formas de se criar os personagens e o espetáculo.

Especificamente sobre a oficina, não tenho muito o que lhes contar, estava de fato bastante cansada e esta foi bem prática, então como eu não filmei os exercícios, e eles eram um tanto quanto complexos de mais para serem explicados, não me sobrou  muita coisa para lhes contar. Só sei que os oficineiros que são voltados para a área do teatro são um tanto mais malucos do que os outros, isto é algo notável para mim que vou em tantas oficinas.

Oficina ministrada por Eduardo Moreira do Barracão - MG no Sesc Araraquara.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

OFICINA: Acrobacia e Introdução ao Aparelho Icários




Olá queridos, como é que vão vocês?


Eu vou muito bem e também estou repleta de novidades para lhes contar, é que andei trabalhando tanto, e indo há tantos eventos que acabei ficando exausta e sem tempo de fazer as postagens, mas não se preocupem que conteúdo é a última coisa que vai me faltar, pelo menos por enquanto!

De todas as novidades que eu tenho, vou falar sobre a oficina gostosíssima que fiz ontem a noite no Sesc, além de ter sido ótima, ainda esta fresquinha em mim, o que torna o descrever dela mais fácil, as dores que estou sentindo não me deixam esquecer de nada!



Desenvolvimento de acrobacias em dupla e trio e introdução ao aparelho tradicional circense: Icários. -
Esta é a descrição que estava no caderno de programação do SESC Araraquara do mês de Julho.


Olha, eu agradeci muito por ter começado a academia a algum tempo, porque se eu não tivesse ontem a força que ganhei neste meses que fiz de academia, a oficina seria um tanto quanto falida para mim. A necessidade de se ter força para fazer acrobacias é evidente, quanto mais força você tiver, mais bonito os movimentos ficam, pois eles ficam mais limpos, retos, sem muitas tremulações corporais.
Outra coisa muito importante é o controle que você tem sobre o seu corpo e a confiança na outra pessoa. A pessoa que está em cima, chamada de volante, tem que ter muita confiança na pessoa que está em baixo, chamada de base. Esta pessoa que está em baixo tem que ter muito controle do seu corpo, principalmente pernas e braços, para poder manter a pessoa de cima equilibrada e segura, qualquer movimentação além da necessária acaba tornando o movimento muito mais difícil, fazendo com que o volante pareça mais pesado do que evidentemente é.

Ontem, o foco principal foi com acrobacias em um aparelho chamado de "Icários", é um aparelho construído com uma angulação de em média 45°,  onde tem duas hastes que você pode usar para manter a cabeça fixa na hora de fazer manobras com o seu parceiro ou parceiros, ou também pode utilizar para fazer manobras sozinho. 
Este aparelho serve para auxiliar a base com o levantamento do volante (ele, a base, deita de costas no aparelho, mantendo o seu corpo com a área da perna sempre virada para a parte mais alta do aparelho), a angulação que ele tem é transferida  para o corpo e faz com que se use menos força na execução dos movimentos.


Eu nunca tinha praticado nenhum tipo de acrobacia na minha vida antes, nem cambalhotas eu conseguia fazer direito quando era criança, e experimentar as possibilidades que este aparelho, e principalmente a acrobacia nos traz foi algo fantástico. Esta oficina me trouxe um desejo muito grande de fazer aulas de circo, e  eu não vou deixar este desejo passar em vão.
Ontem eu experimentei as duas possibilidades do aparelho, ser volante ou ser base. Ser o volante nos dá um sensação muito boa, de estar voando, vendo as coisas de ângulos diferentes dos costumeiros, dá um pouquinho de medo de cair também, mas as sensações gostosas acabam tornando este medo irrelevante. Ser a base nos dá a sensação de cuidado, porque  o outro depende de nós, somos nós que guiamos o outro, somos o apoio, somos de fato a base para tudo o que está acontecendo, o volante não consegue fazer execuções se não tiver uma boa base.


Apesar de ter sido una oficina de pouca duração, apenas 1:30hs, foi divertidíssimo e super produtor; eu indicio para todas as pessoas que tiverem uma oportunidade de participar de oficinas e aulas relacionadas ao circo para não deixarem passar porque o tempo dedicado a elas jamais será algo perdido. 

Eu não posso deixar de falar aqui que os oficineiros foram super atenciosos e dedicados, eu com toda certeza iria a mais inúmeras aulas que eles fossem dar e sairia de todas elas muito feliz e satisfeita.

Hoje é isto que tenho a lhes falar, espero que gostem do conteúdo e que ele seja útil de alguma maneira a quem ler.

Lhes deixo um abraço cheio de gratidão e agradecimentos por estarem mais está vez compartilhando experiencias comigo! <3

PS: Não são as melhores fotos que verão hoje, mas eu tive que faze-las rapidinho porque já estavam desmontando as coisas. São fotos do equipamento Icário que usamos, achei que seria importante mostrá-lo para vocês. 






Oficina ministrada pela Cia. Circo do asfalto na área de Convivência do Sesc Araraquara.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Oficina: Retro Beads



Queridos, semana passada eu não postei nada por que ainda estou tentando organizar o conteúdo que pretendia usar, vou ver se consigo fazer isso ainda nesta semana ou na próxima.

Agora vamos falar de coisa gostosa e finalizada! Olhem esses chaveiros maravilhosos que  aprendi a fazer ontem na oficina do Sesc, eles não são umas coisinhas super fofas? 

Eles são feitos com uma técnica super gostosa  e consideravelmente simples de se fazer, bom, pelo menos esses modelos são; o único problema é encontrar o material para produção, parece que no Brasil não existem meios viáveis de adquiri-los, tem que ser comprados em sites estrangeiros e levam um tempão para chegar.

O nome do material usado é Hama Beads, são  pequenas peças em forma de pontos  que são colocadas em cima de uma tabuinha de plástico com pontas para segurar (igual a da foto).
Elas são uma espécie de cone com um buraquinho no meio, tipo pedra para fazer bijuteria, você vai colocando pecinha por pecinha e transformando os pontinhos num belo desenho,  no final vira  imagem pixelizada, que eu acho muito bacana!

Eu usei pecinhas de 5mm, o maior tamanho existente, não dá para fazer desenhos muito detalhados com esse tamanho, no caso de chaveiros ou artigos pequenos, pois eles acabam ficando muito grande, do mesmo jeito que não dá para fazer desenhos menos complexos com as menores, pois acabaria ficando muito pequeno, a não ser que este seja seu desejo.
Tenho a intenção de comprar pecinhas de 2,6mm (que são as menores, depois destas vem as de 3mm) para fazer umas peças bem detalhadas e algumas de 5mm, para por em prática umas ideias diferenciadas que já tenho, só preciso juntar uma boa graninha para este investimento.

Ah, não posso esquecer do resto do processo de produção: depois de montar o desenho na tábua, você pega uma folha vegetal e coloca por cima do desenho, pega o ferro de passar roupa, deixa ele esquentar, mas não muito, e o passa por cima da folha, para que as pecinhas derretam parcialmente, colando uma nas outras, o desenho ficará colado no papel vegetal, você o retira de lá e repete o mesmo processo do outro lado da imagem de Hama. Não se deve passar o ferro diretamente nas peças, que são de plástico, pois podem derreter muito e grudar, já era seu lindo desenho de Hama. Também não deixe o ferro muito quente, a peça pode ficar com imperfeições por causa da temperatura muito alta.
Super simples não é mesmo?

Eu adorei fazer essa oficina, o processo de produção  é  muito gostoso, e da para criar coisas incríveis com esse material, já me sinto ansiosa com a chegada das minhas futuras comprinhas!







Oficina realizada no SESC Araraquara pela oficineira Daniela Bathory, do Ateliê Senhor Coelho.