quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Oficina - Arte com Estêncil



(imagem de minha criações na oficina)


Criação artística com a técnica usada por grafiteiros e artistas para aplicar e reproduzir uma imagem em suportes diversos, através do uso do spray e moldes perfurados - Com Rodrigo Motta.



Olá, como vão queridos leitores?


Hoje, novamente, mais uma vez, falarei de uma oficina da qual participei no SESC, já que ele é um dos melhores lugares que existem nessa Araraquara!


A oficina falou sobre o uso de Spray com Estêncil, foi a primeira vez na vida que usei spray, então me deem um desconto por meus desenhos não terem saído tão bons!

A parte mais interessante da oficina para mim foi a de como se cria máscaras para se usar na grafitagem. É interessante ver a decomposição do desenho em diversos estêncils diferentes e como fica interessante depois que a gente coloca tudo junto. Os meus desenhos finais acabaram ficando diferente do esboço a lápis que fiz. 


Toda vez que você desejar trocar a cor de alguma parte específica do seu desenho terá que fazer uma outra máscara. Isso acontece porque o alcance do spray é grande, e não pode ser tão bem controlado com um pincel, creio eu, por isso se deve tomar cuidado para não manchar a obra tentando fazer algo mais rápido e prático.


Bom, agora vou tentar dar uma explicadinha de como acontece o processo de criação do grafite, lhes mostrando algumas coisas que aprendi na oficina:



Tirando os sprays e os papéis, esses aqui foram os materiais utilizados na oficina:
Lápis, caneta, borracha, essa tabuinha que não corta e o estilete.




Esta ai é a imagem inteira e inicial que criei para poder grafitar. Eu peguei uma caveira que achei interessante na internet e dei umas adaptadas (as partes mais escuras são os cortes que eu já tinha começado a fazer), até aqui nada de novo.



Essas são as máscaras que  criei a partir do desenho inicial. Como queria que meu desenho tivesse três cores diferentes: uma para a cabeça, uma para o lenço e outras paras as linhas de detalhes, que foi o que  me levou a fazer essas três máscaras diferentes, uma para cada cor que usei. 
A primeira máscara é a do rosto, onde eu recortei apenas o contorno dele, deixando o buraco onde seria o rosto e também seria o lugar onde o spray pegaria, para ficar mais fácil de vocês entenderem.
A segunda máscara é do lenço na cabeça da caveira, fiz a mesma coisa que na máscara anterior, recortando agora apenas o contorno do lenço.  
A terceira máscara é dos contornos e detalhes do desenho, os quais fiz todos pretos, pois não tinha muito mais tempo para permanecer na oficina. 


Para facilitar na compreensão,  escrevei um passo-a-passo bem básico das etapas de criação do grafitte.


- Primeiro você escolhe/cria um desenho inteiro e passa para o papel, ou outro tipo de material grosso que você consiga cortar com estilete. (o papel tem que ser grosso porque você precisa que a máscara fique estável depois de recortada, fique em pé, sem cair para trás ou para frente)

- A seguir você pega o estilete e faz todos os cortes na máscara: Você faz cortes grossos no desenho, mostrando todas as linhas e detalhes que desenha que apareçam em seu desenho. Lembre-se sempre de deixar pontes entre alguns cortes, pois pode ocorrer de seu recorte cair da máscara, acontece quando você corta toda a volta do desenho. (na imagem a cima, essa seria o desenho da terceira máscara)

- Após isso, você escolhe os detalhes que deseja que sejam diferentes em seu desenho. No meu caso eu queria que o rosto e o lenço fossem de cores diferentes, então fiz o recorte do contorno do rosto e do contorno do lenço.

- Em seguida, você pega (claro que se for uma parede você não pega, simplesmente vai até ela) a superfície que deseja pintar e organiza a sequência que ira utilizar nas máscaras. Eu aconselho sempre começar das coisas que estão no fundo para as que estão na frente. Exemplo: eu comecei pintando o contorno do rosto da minha caveira, depois coloquei o contorno do lenço. Fiz isso por que na vida real, a gente coloca o lenço por cima da cabeça não é mesmo? isso significa que o lenço sobrepõe o rosto, concluindo então que ele está mais a frente. Para finalizar eu coloquei a máscara de contornos, já que quando desenhamos normalmente estes são os últimos que fazemos juntamente com os detalhes, que também foram recortados na terceira máscara. 

- Vualá, temos um grafite terminado (é a primeira imagem dessa postagem)

A parte mais difícil para mim foi ficar cortando todas as máscaras com o estilete, chegou num ponto em que minha mão não parava de doer. Usar o estilete de forma correta para fazer o corte foi bem difícil, não consegui fazer boas linhas, e minhas máscaras acabaram não ficando muito boas, mas para uma primeira vez, até que fui bem! Ah, não posso esquecer que saber especificamente onde fazer o corto no papel é algo difícil. Eu demorei um tempo e tive que pedir algumas ajudas ao oficineiro sobre a maneira que deveria distribuir os cortes no desenho para que ficasse bom e mesmo assim sinto que não consegui fazer isso muito bem.

Creio que estas foram as informações importantes que obtive na oficina e que devo passar para vocês, espero não ter esquecido nada de grande valor e agora, para finalizar a postagem, mais algumas fotinhos que fiz da oficina!


(Fotinho da turma que estava presente)



(fotinho do oficineiro Rodrigo Motta)




(foto do humilhante grafitte que o oficineiro fez e levou para nos mostrar, comparado com o meu este é incrivelmente mais bem feito e bonito)

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Oficina: Técnicas de Pintura em Superfície MDF

( foto do resultado da oficina)


Olá Queridos, mais esta vez venho lhes contar sobre outra oficina maravilhosa que participei no Sesc Araraquara!
A oficina foi sobre pintura nos meus queridinhos "MDFs". Quando eu olhei o folheto do mês de Julho e vi que teria essa oficina fiquei tão feliz, fui logo me inscrever para não perder a vaga, ela ocorreu em dois dias, quais foram 19 e 20 de Julho. No dia 19 pintamos o cofre e no dia 20 pintamos o abajur. 

A técnica utilizada foi totalmente diferente da que estou acostumada a usar. Não precisamos lixar, passar base, não precisamos nem se quer esperar a tinta secar para passar outra cor por cima, não utilizamos tinta na pintura. 

O materiais utilizados foram canetas marcadoras (mais para baixo tem uma foto delas que fiz para lhes mostrar), elas são divinas, apesar de cores muito claras mancharem. O problema maior é que custam muito caro e o tempo de duração delas não parece ser muito, o que para mim não compensa o preço. Como sei usar tinta na pintura de imagens, utilizar esta caneta no MDF não me parece a melhor opção, o custo da produção sai bem mais alto. Para não dizer que não usaria nenhuma, tem as canetas nas cores branco e preto, que eu adoraria  usar para fazer detalhes. A canetas variam em diversos tamanhos, desde bem fininhas até umas super grossas, e suas cores se sobrepõem, dar o acabamento com elas acabaria se tornando mais fácil e preciso em algumas partes.

Vendo o lado bom, há uma grande utilidade dessas canetas em superfície em que a tinta não fixa, como capacetes, chapes, tanques de moto entre diversos outros materiais, além destes serem materiais mais nobres que precisam de mais precisão e cuidado, coisa que as canetas nos trazem um pouco mais, de certa forma.

Ah, o tempo que a gente leva para executar o trabalho com elas também é bem menor do que o que necessitamos ao fazer a pintura com tinta, eu levei menos de três horas para fazer cada peça desde a escolha do desenho, sua passagem para a peça e toda a pintura até o detalhamento.Se estivesse usando tinta, com toda certeza levaria bem mais tempo do que isso para a finalização, devido ao tempo que leva para secar. As canetas secam quase que instantaneamente, o que torna o trabalho mais rápido. Se a produção fosse feita em massa, uma quantidade de pelo menos 5 peças, o uso da caneta já não seria tão mais vantajoso, as peças feitas com tinta teriam tempo para secar entre a pintura de uma e outra.

Bom, como a tinta eu já utilizo a um certo tempo e as canetas eu utilizei apenas uma vez, essa é a opinião que acabei tendo, mas não significa que seja totalmente verdade que a tinta é mais útil que caneta. Estou apenas pensando no custo benefício final da peça. As canetas são super legais para se usar, mas tem um custo bem salgado.






Esta oficina foi ministrada pelo artista Ratónes Art, no Sesc Araraquara.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Eta Que a Festa Estava Boa Por Demais Sô!





(foto de parte do elenco)


Olá meus queridos, sei que já estamos em Agosto, mas só agora que tudo ficou certo para que eu pudesse mostrar os vídeos da festança!
Eu sou aluna do grupo de teatro da Casa da Cultura de Araraquara; durante o período junino as turmas da Casa se juntam e fazem uma festinha onde cada turma faz uma apresentação, seja ela de dança, música, teatro e outros.
 A colaboração do grupo de teatro não podia ser nada menos que apresentar um casamento caipira, graças à Deus eu pude ser a noiva, mas acontece que no final acabei nem casando.
A gente ensaiou para apresentação um certo período, estava tudo muito bonito e divertido nos ensaios, mas claro, sempre tem que acontecer algo para atrapalhar.
No último dia de ensaio, após este ter acontecido, o bendito padre disse que tinha um desfile no dia da apresentação e disse que chegaria em cima da hora; a professora sabendo que não daria tempo deste "ser" chegar não o deixou participar mais do casamento, isto significa que o padre que apresentou com a gente apareceu de supetão sem saber nada do texto.
A não ida do padre anterior que havia ensaiado ocasionou em uma bagunça no palco, a peça já era pequena, ficou ainda menor, não poderíamos deixar de apresentar por causa deste imprevisto né. Acompanhem a apresentação conos vídeos a seguir:





Os vídeos eu roubei no grupo de teatro, não pedi para alguém em especial fazê-los, por isto não estão tão bons. Faltou a última parte onde nós dançamos uma coreografia que nossa professora criou da música Despacito do Luiz Fonsi. O vídeo acabou ficando de ponta cabeça por este motivo resolvi não postá-lo. Quem os filmou, não sei, mas se mandaram no grupo era para que todo mundo os visse não é mesmo?

Espero que não tenham achado uma perca de tempo assisti-los.
Continuem ligadinhos que estou cheia de conteúdos muito legais para postar! <3

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

OFICINA - A Palavra em Ação



Este é Eduardo Moreira  e sua colega de trabalho, que eu, com muito esforço, não consigo lembrar o nome.

A oficina ocorreu no sábado, 29/08. Vou começar dizendo que foi uma oficina mentalmente cansativa, ele passou alguns exercícios super complexos,  onde a gente teria que usar bastante raciocínio, chegou uma hora na oficina que eu simplesmente não conseguia mais acompanhar parte dos exercícios, foi triste, me senti meio lerda.
Esta oficina ocorreu na parte da tarde, na parte da manhã eu já havia participado de uma oficina (vou contar sobre ela para vocês em uma próxima postagem, eu só estou terminando de ajeitar umas coisas) que também lidou com raciocínio, imaginação e coisas mentais, por isso já me encontrava meio cansada, o que dificultou um pouco a execução dos exercícios. 

O início da oficina foi com algumas explicações sobre o espetáculo que seria apresentado na parte da noite, este eu não pude presenciar, pois já havia marcado outra coisa no horário. Eles falaram um pouco de suas vidas também, sobre alguns projetos e o grupo de teatro do qual o Eduardo participa.

O espetáculo que aconteceria a noite se chama Danação, esta é a sinopse que estava escrita no caderno de programação do SESC:  No emprenho de narrar a façanha de uma mãe que engabelou a morte, o homem envereda por descaminhos de um tempo vivido dentro do coração de uma mulher.
Como eu disse anteriormente, não pude ir assisti-lo, então não tenho mais informações do que estas para lhes dar, a única coisa que sei é que não era uma escrita típica de um texto feito para o teatro, não havia separação de falas e de personagens. Eduardo nos disse que a maneira pela qual o texto foi escrito possibilitou inúmeras formas de se criar os personagens e o espetáculo.

Especificamente sobre a oficina, não tenho muito o que lhes contar, estava de fato bastante cansada e esta foi bem prática, então como eu não filmei os exercícios, e eles eram um tanto quanto complexos de mais para serem explicados, não me sobrou  muita coisa para lhes contar. Só sei que os oficineiros que são voltados para a área do teatro são um tanto mais malucos do que os outros, isto é algo notável para mim que vou em tantas oficinas.

Oficina ministrada por Eduardo Moreira do Barracão - MG no Sesc Araraquara.